terça-feira, 26 de setembro de 2017

Pedaços do meu mundo #9

No fim-de-semana, em casa dos meus pais, andei às voltas com os álbuns fotográficos que lá têm da minha infância. São sempre divertidos, confesso. Dão sempre para boas gargalhadas e, como não sou de guardar as coisas boas só para mim, decidi partilhar algumas no facebook e identifiquei pessoas que figuram nas ditas fotos, algumas até com quem já não tinha contacto há anos. Posso dizer-vos que foi uma das publicações mais vistas, com mais comentários e gostos que fiz até hoje. O que me leva a crer que este tipo de recordações faz sempre sucesso. Assim, seleccionei algumas para vos mostrar e, quem sabe, incentivar-vos a mostrar ao mundo a vossa fofura de infância também. 😄


Muita gente tem vergonha de mostrar este tipo de coisas. Conheço, inclusive, uma rapariga que jogou fora todas as recordações de infância, quase causando a III Guerra Mundial com a mãe por causa disso. Mas eu não tenho. Vergonha porquê? E para quê? Prefiro encarar com naturalidade e rir-me. Porque, convenhamos, esta foto, por exemplo, tem muita graça! Digam lá se eu, com 6 anos, não era uma menina muito linda?! 😆 Não sei o que é pior: o cabelo, os óculos ou a roupa!

Eu, a minha irmã e dois primos

Eu e a minha irmã, em fotos com 20 anos de diferença!

Eu, a minha irmã e três primos

Eu, a minha irmã e dois primos

Eu e a minha prima (reparem nas duas primeiras fotos com 2 anos de diferença e a mesma pose)

E vocês? São dos que têm vergonha de partilhar os tesourinhos deprimentes? Também se riem com fotografias antigas?

domingo, 24 de setembro de 2017

O Meu Conto de Fadas #9

A primeira surpresa

Conhecemo-nos num bar, como comecei por referir na primeira publicação desta rubrica. O que, só por si, torna difícil começar a conhecer a pessoa em condições. E muitas vezes as primeiras impressões com as pessoas que conhecemos na noite são bastante enganadoras, uma das razões pelas quais, ironicamente, sempre pensei que nunca teria nada sério com alguém que conhecesse nesse ambiente. 

Como também já mencionei, desde o momento em que nos conhecemos até começarmos, realmente, a falar e a sair, passou algum tempo. Nesse tempo, os amigos dele foram sempre saindo com as minhas amigas e, ocasionalmente, ele saía com eles quatro. Moravam todos na mesma cidade e eu, para além de viver noutra localidade, era a única com um filho, de maneira que não me juntava a eles. Assim, ele foi conhecendo as minhas amigas. E, inevitavelmente, tirou algumas conclusões sobre mim pelo conhecimento que foi tendo delas. Sendo o meu gosto musical uma delas. 

No início da nossa relação, ele ia frequentemente ter comigo a casa dos meus pais, quando eu lá estava sozinha. Numa dessas vezes, estávamos a conversar na sala e resolvi pegar no portátil para pôr música a tocar. Quando abri a pasta, vi a surpresa estampar-se na cara dele, de tal maneira que não dava para disfarçar. Pois então o rapaz pensava que eu, tal como as minhas duas amigas, só ouvia kizomba e aquele house comercial que passava nos bares. Ficou agradavelmente surpreendido ao ver nomes como Sum41, Depeche Mode, Lacuna Coil, Within Temptation, Nightwish, Eminem, HIM, Radiohead...

Eu tenho um gosto musical muito variado. No meu portátil, podem encontrar desde o mais piroso até grandes clássicos. Da Shakira aos Evanescence, do Michel Teló aos Queen, dos Némanus ao Michael Jackson, da Lady Gaga ao David Guetta, da Adele ao Diogo Piçarra... aqui, encontra-se de tudo! E acho que foi mesmo isso que o surpreendeu. Senti que esta foi a primeira surpresa da nossa relação. Ele descobrir que eu não era musicalmente tão limitada como ele me pintava! 😋

sexta-feira, 22 de setembro de 2017

Mudanças! Sempre difíceis...


Como referi no meu último post, decidi fazer uma mudança na minha vida profissional. Saí da fábrica onde trabalhei 5 anos. Dia 2 vou começar formação noutra empresa. Hoje foi o meu último dia. Sou, geralmente, uma pessoa um pouco fria e desligada, mas, na verdade, habituei-me às pessoas, ao sítio, às rotinas. Não vou sentir a falta do trabalho, porque não me satisfazia. Mas, certamente, vou sentir muito a falta das pessoas. Levei bolinhos para a despedida e andei a distribuir beijinhos e abraços (raríssimo em mim, não sou nada dada a essas mariquices!). Este dia traz-me uma mistura de sentimentos. Deixar aquele trabalho para trás dá-me uma sensação de liberdade, de leveza, mesmo sabendo que vou iniciar outro dentro de uma semana. É saber que vou mudar de chefia, de colegas, de local de trabalho, de horários. Vou trabalhar por turnos rotativos em vez de apenas um fixo. Vou, em determinada altura, ter uma folga rotativa e outra ao domingo, em vez de ter o fim-de-semana fixo. Vou deixar de ser uma trabalhadora temporária, ao fim de anos a trabalhar nesse regime. Vou mudar de ares e iniciar uma nova etapa. É uma sensação boa. Por outro lado, deixa-me com uma nostalgia imensa, um peso no peito. Desde o momento em que cheguei à paragem de autocarro esta manhã, até sair para voltar para casa, senti tudo com mais intensidade do que em qualquer outro dia. Estar na paragem às 7h30, abrir o cacifo no balneário para me preparar para mais um dia, percorrer aquele caminho da nave fabril até ao armazém, o almoço naquele refeitório, todas as conversas, convívio e brincadeiras com os colegas, as piadas privadas. No fim do dia, quando retirei todas as minhas coisas do cacifo, senti um aperto no peito e despedi-me daquele local de vez. Passei o dia a despedir-me das pessoas, a falar sobre o assunto e aguentei firme todas as palavras de apoio, de força e de carinho, todos os abraços apertados, todos os elogios e beijinhos repenicados. Assim que me sentei no autocarro para voltar para casa, desabei. Silenciosa, sentada no meu banco, encostada à janela, chorei. Foi uma escolha minha, fi-lo por opção e aceitei as consequências desta mudança que quis fazer. Mas, naquele momento, senti que estava a deixar a minha segunda casa.

segunda-feira, 18 de setembro de 2017

Novidades...

Despedi-me. Há 5 anos, entrei numa fábrica, onde acabei por travar conhecimento com muita gente e trabalhar com pessoas muito porreiras. Esta é a minha última semana lá. Vou sair por opção. Dali levo a minha primeira experiência em ambiente fabril, a aprendizagem do trabalho em linha de montagem e armazém; a primeira vez que tive que usar farda e o primeiro contacto com o ramo automóvel. Em 2012, pus o pé naquela fábrica com receio de não me habituar àquele tipo de trabalho, perdi-me meia dúzia de vezes nos primeiros dias e, agora, conheço de uma ponta à outra aquele espaço que já me é tão familiar. Surgiu uma nova oportunidade também em fábrica, mas com bastante melhores condições e regalias. Há cerca de um mês que comecei o processo de recrutamento, sempre sem saber se chegaria ao fim. Na semana passada, passei a última fase. Já entreguei toda a documentação e experimentei o fardamento. O passo seguinte foi contactar a empresa de trabalho temporário que me emprega actualmente e assinar a carta de rescisão. Hoje falei com o meu chefe. E já comecei a dizer aos meus colegas que o meu percurso ali está a chegar ao fim. Confesso que estava confortável ali e tenho algum (muito!) receio que as coisas não corram bem, não vou mentir. Mas não quero acabar num trabalho que não é o que desejo, com condições muito abaixo daquilo que quero para a minha vida. Achei que devia arriscar. Agora, vamos ver!

sexta-feira, 15 de setembro de 2017

A banda sonora da minha adolescência

Fiz uma compilação de algumas músicas que me acompanharam enquanto adolescente, para partilhar convosco. Talvez alguns se identifiquem. 😊 Coloquei apenas 10 aqui, mas podia acrescentar muitas (tantas!) mais. Muitas das que ouvia na altura, continuo a gostar e, na maioria das vezes, deixam-me nostálgica e transportam-me para há 15 anos. E vocês, quais as músicas que marcaram os vossos anos de adolescência?



















quarta-feira, 13 de setembro de 2017

The Voice Portugal

Nem sempre acompanho este género de programas, porque custa a suscitar-me interesse. Uma parvoíce, na verdade, porque adoro ouvir grandes vozes, gosto mesmo quando a malta canta bem, mas tão bem, que dói. E chego a emocionar-me com certas interpretações. E as reacções quando o júri os aprova são o melhor. Tão genuínas, tão emocionadas e verdadeiras. É uma pena que muitos destes concorrentes não tenham, posteriormente, após o final do programa, o reconhecimento e destaque que merecem, porque há muitas vozes absolutamente arrebatadoras em Portugal.


Neste formato, não só dos concorrentes se faz o programa, mas também dos apresentadores e, principalmente, dos mentores. No The Voice Portugal, prende-me um pouco ao ecrã a interacção destes mentores. Gostando ou não do Anselmo Ralph, da Aurea, da Marisa Liz ou do Mickael Carreira e da sua música, tenho que admitir que eles fazem uma equipa boa, engraçada e que nos faz rir. Há uma competição saudável entre eles, capaz de nos arrancar sempre um sorriso.

domingo, 10 de setembro de 2017

InstaLife #21

O meu bebé no desfile dos tambores

Almoço de preguiçosa

A brincar com o drone

Cerejinhas giras nas unhas




No autocarro a caminho de casa

Uma pausa num dia de trabalho

Brincadeiras

A brincar com o Snapchat

Uma meia transformada em bolsa para telemóvel

Passeio nocturno de trotinete

As unhas que tenho neste momento

O meu ciclista preferido

Mais uma voltinha ao parque depois de jantar

Babyluv

Saladinha boa e fresquinha

Ressuscitei os pins da adolescência

Almoço fora em família

Viagem de comboio. Ele adora!

De volta ao trabalho depois das férias

sábado, 9 de setembro de 2017

Isto é a sério???


Esta notícia é sobre um casal que adoptou um brócolo. Sim, leram bem. Um casal espanhol afirma ter adoptado o vegetal e a cada palavra que li neste texto, os meus olhos quase saltaram das órbitas com o espanto, de tão arregalados. Pois que dizem que tiveram que comprar três ares condicionados para acomodar o filho, passar por testes psicotécnicos e provar que nunca tinham "maltratado" um vegetal (entenda-se: comê-los). Mas o absurdo não acaba aqui. Dizem eles que é importante adoptá-los enquanto são rebentos, porque é menos traumático para o brócolo. A sério, brócolos traumatizados? Mas que...? E o cúmulo do ridículo é o facto de a mulher dizer que a adopção do "pequeno brócolo" foi o que a ajudou a superar - preparem-se! - a perda dos seus fungos biológicos, aos 20 anos, quando se curou de uma candidíase. Estou em crer que isto só pode ser inventado. Porque, a sério, quem é que faz uma coisa destas? Não pode ser normal, nem saudável. É mentira, certo?! Aguenta, coração...

segunda-feira, 4 de setembro de 2017

Regresso à labuta

Hoje volto ao trabalho. A semana em casa passou a voar! E o que fiz nestas férias?

Passei a ferro toda a roupa que tinha aqui em espera (semanas e semanas de espera, finalmente acabei com ela. Certo que já lavei mais... é uma tarefa sem fim!).

Passeei com o meu pequeno príncipe.

Passeio nocturno até ao parque

Passeio a Lisboa

Fui, pela primeira vez (finalmente!), à Primark. É tudo o que me disseram. Grande, com muita coisa e barata. E é uma autêntica feira da ladra. Uma pessoa até se perde lá dentro. Faltam algumas peças na foto, mas com 80€ trouxe 3 blusas e 2 soutiens para mim, 1 pijama para o filhote e uma sweat, uma t-shirt e uns ténis para o B.


Comprei o material escolar para o regresso às aulas do L., identifiquei tudo e plastifiquei os manuais. Prontinho para a entrada no 3º ano!


Repus o stock no meu frigorífico e despensa. Detesto de morte carregar compras para o 2º andar, mas adoro arrumar as compras e ver tudo cheio.



Comprei uma sapateira para a minha entrada! A minha eterna guerra, os sapatos em casa. Quem cá vem, refila quase sempre, ahah! Mas calçado de rua fica à porta.


Andavam aqui umas fotos que tinha mandado imprimir já há umas semanas para arrumar, finalmente, coloquei-as no álbum e organizei o móvel da entrada (tive que fazer pequenas mudanças para acomodar a sapateira).


Comprei 7kg de carne num talho cá da terrinha por 20€, naqueles cabazes que eles têm: bife de novilho, bife de frango, bifanas, hamburguers, entrecosto, carne picada e pernas de frango.


Acabei de ver a temporada 6 de Walking Dead.






Comecei a ver a temporada 7 de Walking Dead.






Posso dizer que foram umas férias calmas, produtivas e relaxadas. E no último dia de férias, as minhas queridíssimas colegas fizeram questão de me relembrar que estava no fim. Eheh!