quarta-feira, 29 de abril de 2015

Workshop de maquilhagem solidário


Estamos a mobilizar o máximo de pessoas que conseguimos e, felizmente, temos encontrado muita gente solidária e com bom coração pelo caminho. A esteticista que se disponibilizou para trabalhar voluntariamente connosco, a Ivone, vai dar um workshop de maquilhagem, no Clube dos Génios, no Pinhal Novo, um centro de estudos, cuja proprietária, a Susana, simpaticamente nos cedeu. Também ela se prestou a ajudar-nos no que fosse preciso. Temos um limite de 30 pessoas, pelo que mulheres desta zona, façam o favor de aderir, venham aprender um pouco sobre maquilhagem e deixem o vosso contributo para podermos continuar a ajudar a família da Margarida nesta Luta Por Um Sorriso!

segunda-feira, 27 de abril de 2015

Novos hábitos (e dos bons!)

Há dias retomei o meu ritmo de leitura. Sempre fui fascinada por livros, mas o tempo nem sempre me permite dedicar-lhes o tempo que gostaria. No entanto, agora consegui voltar a este hábito que sempre tive de devorar livros. Já tinha saudades e o prazer de ler continua tão vivo como dantes. Estou, neste momento, a ler o "Sonhos Proibidos" da Lesley Pearse, que já parava na prateleira cá de casa há algum tempo à espera que lhe pegasse. Estou, obviamente, a adorar. É uma autora que não me tem desiludido e que recomendo vivamente. E, claro, o bem que me sabe ler um bom livro!

O meu novo interesse é... a dança! Já consegui alterar a minha alimentação (não consigo cortar com tudo, nem comer apenas o que devo, mas mudei muita coisa para melhor, felizmente) e decidi que também estava na hora de fazer exercício com alguma disciplina e não apenas quando me apetecesse (que seria nunca, ahah!), sem rotinas, nem horários. Daí que descobri uma academia de dança cá na terra e hoje fui a uma aula experimental de zumba. Estou aqui toda partida, mas adorei! E vou aproveitar que este mês a inscrição é gratuita para começar a sério. Arrastei uma amiga, que também adorou e que vai inscrever-se comigo. E viva o exercício!

domingo, 26 de abril de 2015

Juntos pela Margarida

Doação da Céu Almeida

Doação da Edite Jamal Pereira

Doação da Sara Quendera

Doação da Sílvia Oliveira

A da Sara foi um pagamento por uma sessão, as restantes foram doações voluntárias de pessoas muito queridas que nos vieram entregar estas coisas. Obrigada, de coração! Também, com o dinheiro das rifas que temos vendido, conseguimos pagar uma factura da água à família da Margarida.




E as nossas sessões fotográficas solidárias continuam a ser um sucesso. Deixo-vos aqui mais algumas fotos.




Sessão da Ana e do Diogo




Sessão da Cátia

Na Cozinha da Cy #14

Batido de banana

Bastam 2 bananas, 1 copo de leite e açúcar (a gosto e apenas para quem quiser adicionar, porque fica bom sem açúcar!).

sexta-feira, 24 de abril de 2015

De volta ao desemprego...

Hoje foi o último dia de trabalho na fábrica. Já estou nostálgica e deprimida. Foi um ano inteiro, estava habituada àquilo, às pessoas, à rotina. E custa-me saber que, pelo menos, 4 meses vou ter que ficar fora dali. É injusto sabermos que trabalhamos bem e, ainda assim, não nos darem oportunidades. É injusto haver apenas uma vaga para contrato pela casa e escolherem uma pessoa que estava lá há menos tempo porque tem uma cunha melhor. É injusto estar desempregada porque, pela política da empresa (sabe-se lá que critérios terão), somos obrigados a ficar 4 meses fora, até podermos voltar. É injusto não sabermos se, ao fim desses 4 meses, ainda terão lugar para nós. 

Não é apenas o estar desempregada, saber que as contas não vão parar de chegar à caixa do correio e que vou ter dificuldade em sustentar-me, saber que posso ser chamada para um curso do centro de emprego que não me interessa minimamente, sobreviver com o fundo de desemprego, fazer as apresentações quinzenais, pedir carimbos às empresas para provar que ando à procura de trabalho. É tudo isso e ainda mais. É a saudade que vou ter das pessoas. Pessoas que hoje se vieram despedir de mim, uma por uma, carinhosamente, com abraços e beijinhos. Pessoas que me deixaram de lágrimas nos olhos, me disseram que gostaram muito de trabalhar comigo, que ficam tristes por me ver ir embora, que dizem que faço lá muita falta. Pessoas que estão sempre bem-dispostas e me fazem rir no dia-a-dia, que facilitam o dia de trabalho e o ajudam a passar mais rápido. Saudades...

domingo, 19 de abril de 2015

A Luta Por Um Sorriso continua!

Temos tido adesão de vários voluntários, felizmente, e penso que, devagar, vamos chegando onde precisamos. Ou, neste caso, onde as pessoas que tentamos ajudar precisam. Agradeço a todos e, mais uma vez, peço a quem por aqui passa (comentando ou não) que visitem a nossa página aqui Luta Por Um Sorriso e que ajudem como puderem.


Doação da Ana Correia

Doação da Anabela Almeida

Doação da Carla Ratão

Doação do João Merendeira

As nossas sessões fotográficas solidárias continuam a ser o ponto forte do nosso projecto, pois várias pessoas têm vindo ter connosco interessadas em participar através destas sessões. É uma óptima forma de ajudar e, ao mesmo tempo, ficar com uma recordação do vosso gesto. Nós agradecemos e as pessoas que ajudamos também! Convido-vos a conhecer o nosso preçário para as sessões na página de facebook que mencionei acima, bem como as sugestões de locais que temos para realizá-las. E deixo-vos aqui algumas fotos das sessões que já fizemos.

Diogo, Pinhal Novo




Lídia e Hugo, Praia do Rosário, Moita




sábado, 18 de abril de 2015

O sorriso mais fofo de sempre


Não me digam que esta coisa super fofa não vos derrete! Sou capaz de ver este vídeo vezes sem conta. É lindo, lindo! Coisinha boa, dá vontade de estrafegá-lo com beijos.

quinta-feira, 16 de abril de 2015

Depois da gravidez

Muitas mulheres há que antes de serem mães, ficam todas enojadinhas com algumas das conversas que as mães têm, como experiências de gravidez, parto, pós-parto, amamentação... O que eu até compreendo. Não estão por dentro do assunto, não querem estar, há coisas que são demasiada informação, enfim. Eu sei disso. Mas acho que estão completamente erradas quando dizem que as mulheres não sabem falar de mais nada depois de serem mães e que parece que deixam de ser a pessoa que eram. Minhas caras, quando tiverem filhos, vão perceber o seguinte: nós não deixamos de ser a pessoa que éramos. Simplesmente a nossa vida muda. Adicionamos uma componente nova, excitante, em constante mudança e que preenche muito da nossa vida. A pessoa que éramos mantém-se. Mas amadurecemos (regra geral, claro). Mudamos a nossa forma de ver determinadas coisas. Conhecemos um mundo novo. Passamos por experiências diferentes. 

Imaginem a seguinte situação: arranjam um namorado novo. Inevitavelmente, afastam-se um bocado do vosso grupo de amigos. Passam mais tempo com o namorado. Saem menos com as amigas. E dizem-vos que estão diferentes. Que estão mudadas. Que já não ligam ao grupo com quem estavam sempre antigamente. Que o namorado vos deu volta à cabeça. Que só o vêem a ele à frente. E vocês o que pensam? Que gostam exactamente da mesma forma das vossas amigas, que simplesmente têm uma componente nova na vossa vida, à qual querem dar atenção e que têm que integrar na vossa rotina. Certo? Toda a gente já passou por isso, ou não? Então... com a maternidade acontece a mesma coisa. Nós não perdemos a nossa essência. Mas acrescentamos algo mais a nós mesmas!

quarta-feira, 15 de abril de 2015

Solidão não mata... mas mói?

Hoje fui ver uma pessoa amiga que já não via há algum tempo. Percebi que ela não estava muito bem, dei-lhe um abraço e ela começou a chorar. E acabou por me dizer que a solidão está a dar cabo dela. Vai a caminho dos 50, é divorciada há anos, tem apenas uma cadela que ela ama de paixão, mas que só está com ela ocasionalmente, porque ficou com o ex-marido. Estava tão triste... e ela até é uma pessoa extrovertida, sociável, alegre. Mas acaba por ser uma máscara para o que ela de facto sente. Solidão.

Tempos houve em que eu estava convencida que era possível ser feliz sem ter alguém ao nosso lado. Agora não tenho a certeza. É difícil imaginar isso quando estamos numa relação. Já estive sozinha. E estive bem. Mas com 40 ou 50 anos talvez não pensasse assim. Talvez me sentisse triste... e solitária. Deu-me tanta pena vê-la assim. Será que é, realmente, possível acabarmos a nossa vida sem um companheiro ou companheira e, ainda assim, sentirmo-nos felizes e realizados? Ou precisamos, de facto, de ter alguém? Somos assim tão dependentes uns dos outros e do amor? Somos assim tão carentes?


segunda-feira, 13 de abril de 2015

1ª entrega da Luta Por Um Sorriso


Lembram-se de vos ter falado por aqui do meu projecto solidário? Pois é, com algumas doações e dinheiro de algumas rifas que já vendemos, conseguimos comprar à Margarida uma bilha de gás (já estavam sem gás) e este avio, que fomos entregar ontem. Felizmente, a roupa que doaram serviu (um vestido, uns par de sapatos e um par de ténis para a Margarida e algumas roupas para o Rúben).

As batatas, limões e laranjas foi a minha mãe que doou, assim como também foi ela que conseguiu arranjar os dois sacos de roupa/calçado. A Carla, uma pessoa que trabalha no mesmo sítio que eu, doou 1 champô, 3 pacotes de massa e 1 pacote de arroz. A Rita e o Hugo, que fizeram uma sessão fotográfica connosco, contribuíram com o valor da sessão, 1 lata de ervilhas, 1 lata de feijão, 1 lata de grão, 1 pacote de natas e 1 pacote de sumo. A Ana Correia, que fez também uma sessão connosco, contribuiu com o valor da sessão (e uns euros a mais, obrigada por isso), 1 champô, 1 gel de banho, 1 pasta de dentes, bolachas, 2 pacotes de massa e 2 pacotes de mini croissants.

As restantes coisas conseguimos nós comprar com o dinheiro das rifas. E conseguimos levar carne, peixe, legumes para a sopa, bolachas, madalenas, leite, cereais, cebolas, óleo, azeite, atum, salsichas, papel higiénico, batatas fritas, fruta, douradinhos, pão, queijo, fiambre, iogurtes, manteiga, vaqueiro... Enfim, no fundo, aceitámos as doações dos bens não perecíveis e investimos a maior parte do dinheiro em frescos e congelados. Esta família ficou-nos imensamente agradecida, a nós e a todos os que têm contribuído, porque nós sozinhos não conseguimos fazer isto. E nós agradecemos a todos os que têm colaborado e aos que se mostram interessados em continuar a ajudar. Temos já várias pessoas interessadas em mais sessões fotográficas. Aproveito para dizer que podem continuar a doar alimentos, roupa e bens de higiene. E a Margarida precisa de mobília de sala e mesa e cadeiras para a cozinha. Agradecemos também se puderem doar livros de banda desenhada e/ou livros juvenis, do género Os Cinco, Uma Aventura, por aí... para o Rúben! Relembro também que temos um ponto de recolha, para as pessoas dessa zona, no Lavradio. Podem deixar as vossas doações no quiosque "O Café", Loja 53, no Pingo Doce do Lavradio. Podem visitar-nos aqui Luta Por Um Sorriso e contactar-nos através do email lutaporumsorriso@gmail.com, se quiserem apoiar esta causa.


Uma das fotos da sessão da Rita e do Hugo

Doação da Lídia e do Hugo

sábado, 11 de abril de 2015

Séries viciantes #1 \\ Arrow


Bem-vindos a mais uma rubrica. Cada uma delas é criada para vos dar a conhecer um pouco dos meus gostos, das minhas opiniões, dos meus vícios, dos meus hobbies. Sou uma papa-séries, segundo o namorido. Na verdade, vejo muita televisão. E, de acordo com os meus pais, é algo que já vem de pequenina.

Sinopse: A série conta a história de Oliver Queen, um playboy bilionário de Starling City, que passa cinco anos preso numa ilha após um naufrágio que põe fim a vida de todos a bordo, incluindo seu pai, Robert Queen, e Sara Lance, irmã mais nova de sua namorada Laurel Lance, com quem estava a ter um caso. Após o seu regresso, Oliver começa a viver uma vida dupla: bilionário da Queen Consolidated durante o dia, Vigilante de Starling City à noite. Um Vigilante de capuz verde, seguindo os desejos do seu pai antes de morrer, corrigindo os erros da família Queen.

Arrow & Black Canary (Sara Lance)

Arrow (Oliver Queen)

Arrow & Bronze Tiger

Slade Wilson & Felicity

Oliver, Laurel & Diggle

Speedy (Thea)

Opinião: Vou a meio da segunda temporada desta série, à qual, finalmente, me rendi, após ver apresentações na TV vezes sem conta. Não me arrependo de me ter rendido. Nunca acompanhei a banda desenhada e a única coisa que sabia sobre esta personagem foi o que vi na série Smallville, o que não revelava muito da história do Arqueiro Verde, porque se centrava em contar a história do Super-Homem. Uma coisa boa sobre esta série é que conta a história de Oliver Queen, o homem por trás do herói, inserindo super-heróis num mundo sem poderes. São apenas pessoas com habilidades, capacidades adquiridas com muito treino e esforço. Para além da acção do Arqueiro Verde e da sua equipa, desenvolve paralelamente o drama familiar, os segredos que as personagens escondem e as suas vidas do dia-a-dia. É uma história capaz de me prender, que me faz querer ver sempre mais e mais, porque é surpreendente. As personagens têm destinos inesperados e, à medida que a trama se vai desenrolando, percebemos que nesta história, há muita coisa por descobrir, muita coisa interligada. É uma série que aconselho!

Educadoras e professoras

Como mãe, tenho sempre uma opinião bastante vincada em relação às pessoas que ficam responsáveis pelo meu filho. Tento sempre também saber junto dele qual é a opinião dele sobre elas, o que fazem durante o dia, quais as reacções e respostas que elas têm ao que se vai passando com ele. Não tenho tido muita razão de queixa, mas às vezes há coisas que falham. 

Durante o tempo em que frequentou o infantário, esteve sempre com as mesmas pessoas e, no geral, não tive razão de queixa. Ele gostava muito delas e deixaram-lhe saudades. Houve uma situação que me deixou incomodada, mas resolvi directamente com a educadora dele e nunca mais voltou a acontecer. E eu sempre mantive uma opinião positiva delas.

Desde que entrou para a pré, temos conhecido muitas outras educadoras e auxiliares, é um mundo maior, com mais meninos, mais pessoas, rotinas mais definidas, outras responsabilidades, outro tipo de actividades. E, no geral, não tenho muito a dizer. Mas a minha opinião relativamente à educadora que está na sala dele... deixa um pouco a desejar. Acho que não é uma pessoa que crie muita empatia com os pais. Também acho que é algo vaga a falar connosco. Por exemplo, da segunda reunião para a terceira, não houve muito a acrescentar. Foram mais ou menos os mesmos tópicos, nada de novo, referiu basicamente o mesmo que já tinha dito na outra reunião. Acho ainda que tem uma atitude pouco correcta no que toca à recepção dos meninos de manhã. Eles entram para a sala às 9h da manhã. Como devem calcular, existe um grande trânsito à porta da escola (como em todas) na hora de entrada. E ela nunca lá está às 9h. Quem recebe os meninos àquela hora é a auxiliar da sala. Todas as outras educadoras estão presentes, menos ela. E, em conversa com outra mãe, que já teve com ela o filho mais velho e tem lá agora a mais pequenina, fiquei a saber que isto sempre foi assim, que sempre foi esta a postura dela. E querem saber qual é a explicação que ela dá aos meninos? É muito boa... Ela diz que àquela hora, as mamãs e os papás vão levar os meninos e por isso estão muitos carros à porta, daí que... ela não consegue estacionar. E, por isso, chega sempre uns 10 minutos depois das 9h. A sério? Que tal chegar 10 minutos ANTES, como todas as outras educadoras?

Por outro lado... não acho que a senhora seja antipática. Fico um pouco de pé atrás com algumas atitudes dela, acho que não é muito boa profissional, mas penso que cuida bem dos miúdos. Eles gostam dela, segundo a opinião de outras mães e do meu próprio filho. Ele quer fazer desenhos para lhe levar e fala bem dela. Quando ele teve uma otite, ela ligou-me logo e quando lá cheguei tinha-lhe posto um algodãozinho no ouvido, para proteger. 

Enfim, acho que, não sendo elas perfeitas, se os nossos filhos gostam de estar na escola, se fazem desenhos para elas, se falam bem delas... é porque devem tratá-los bem, certo?

sexta-feira, 10 de abril de 2015

Notícias cada vez mais deprimentes

Uma pessoa não pode ver as notícias hoje em dia sem chegar ao fim totalmente deprimida. Caraças, é umas atrás das outras!

A mim, por exemplo, faz-me uma extrema confusão a questão dos médicos pedófilos. Custa-me perceber, francamente, como é que médicos condenados por pedofilia possam continuar a exercer, nomeadamente, a atender crianças!! Mas que país é este? Os empregadores devem garantir que merdas destas não acontecem. Certamente que não colocariam os próprios filhos nas mãos destes cabrões, mas os filhos dos outros já não há qualquer tipo de problema. Espanta-me ainda que a Ordem dos Médicos pondere a possibilidade de lhes suspender actividades médicas relacionadas com menores durante 23 anos. Porra, um pedófilo não devia NUNCA MAIS tocar numa criança. 23 anos é pouco! Ao fim desse tempo, já podem, que não faz mal?!

Enoja-me também a notícia de que um pai foi capaz de matar o próprio bebé à facada. Como? Meu Deus, como é que é possível? Dá-me voltas ao estômago pensar que existem pessoas à face da terra com a frieza e a capacidade de espetar uma faca no corpinho frágil do próprio filho. Quando vejo este tipo de notícias, agarro-me ao meu filho como se não houvesse amanhã. E penso com todas as forças que é a coisa mais preciosa que tenho e que não consigo conceber a ideia de haver alguém com vontade de fazer mal a uma criança. À SUA criança!

Fora as outras notícias que vão surgindo, como o casal de idosos que foi assaltado e fechado na casa de banho com a empregada, um homem de 88 anos que matou o filho e depois se suicidou... 

Enfim! Que mundo é este? Estamos entregues aos bichos.

quarta-feira, 1 de abril de 2015

Livros que recomendo #7


Sinopse: A cientista Jeannie Ferrami, especialista em gémeos e nos componentes genéticos da agressão, faz uma descoberta espantosa. Recorrendo a um banco de dados do FBI, descobre dois homens que parecem ser gémeos verdadeiros: Steve, estudante de direito, e Dennis, assassino condenado. No entanto, nasceram em dias diferentes, de mães distintas, em hospitais separados por centenas de quilómetros. 

Que segredo terá ela desvendado? Poderá confiar no seu chefe e mentor, ou terá de pôr a sua vida nas mãos de Steve Logan, o gémeo por quem se apaixona, apesar de ele estar envolto em intriga e suspeita? Uma coisa é certa: não há nada que faça certas pessoas deixar de conspirar na sombra…


Opinião: Ken Follett é um escritor muito falado e cria uma grande expectativa. Não sei se os outros livros dele são assim, mas este é brutal. É um thriller que nos agarra do princípio ao fim, porque passamos o livro com a sensação de mais e mais, como se o tempo fosse acabar e não conseguíssemos saber o resto da história. É fácil de ler, com uma linguagem acessível e aborda um tema interessante, com um desfecho ainda melhor. Aconselho vivamente!